ADN TIS expande-se para fora de Luanda na 9.ª edição
Foto: Cedida
A 9.ª edição do ADN TIS, um programa de estágios criado para desenvolver jovens quadros angolanos e aproximar o ensino do mercado de trabalho, passa a incluir, em 2026, além de Luanda, as províncias de Benguela, Namibe, Malanje e Uíge, para alargar o acesso a oportunidades de estágio a jovens de outras regiões do País.
A nova edição, que será apresentada no próximo dia 10 deste mês, pelas 17h00, no Hotel HCTA – Sala Talatona II e III, marca uma evolução territorial do projecto, que desde 2017 já integrou 165 estagiários e registou uma taxa de contratação de 77% entre 2017 e 2025.
O modelo combina o diagnóstico de potencial, mentoria, integração em equipas, formação técnica e acompanhamento de carreira, com foco na transição entre o contexto académico e o ambiente profissional, segundo o comunicado a que o Noticiário teve acesso.
Historicamente, o programa selecciona 25 jovens por edição, em média. Em 2026, a TIS apresenta 30 novos estagiários com foco nas áreas de tecnologia, seleccionados com uma metodologia estruturada, que inclui testes psicométricos de raciocínio verbal e numérico, realizados presencialmente nas instituições de ensino, e uma etapa de pitch, na qual os candidatos apresentam as suas motivações, ambições profissionais e alinhamento com a cultura da organização.
“A expansão do ADN TIS para Benguela, Namibe, Malanje e Uíge responde a uma necessidade concreta de aproximar as oportunidades dos jovens com potencial, independentemente da província onde estudam ou iniciam o seu percurso”, afirma Yara Mupei, directora de Pessoas e Cultura.
No âmbito desta edição, a TIS formalizou oito protocolos de cooperação com instituições de ensino médio e superior das diferentes províncias. A instituição assegura o alojamento e a ajuda de custo dos participantes, criando condições para que jovens seleccionados fora de Luanda possam integrar o programa.
Durante o estágio, cada participante recebe acompanhamento de um técnico ou mentor e desenvolve actividades em contexto real de equipa. O programa inclui formações especializadas, visitas a clientes, participação em eventos tecnológicos e institucionais, e desenvolvimento de projectos técnicos apresentados internamente, refere ainda o documento.
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