CABSHIP e INP promovem formação que vai qualificar jovens para o sector energético
O programa terá a duração de seis meses, em regime de internato.
Foto: Cedida
Nilwa António
Jornalista & Editor Chefe
A CABSHIP e o Instituto Nacional de Petróleos (INP) assinaram recentemente um acordo de formação destinado a capacitar jovens angolanos para o sector energético, numa iniciativa que reforça o desenvolvimento do capital humano nacional e a promoção do Conteúdo Local.
O protocolo foi rubricado à margem da 5.ª Conferência Nacional Anual de Conteúdo Local, que decorre em Luanda, e prevê beneficiar 15 jovens provenientes das províncias de Cabinda, Zaire, Bengo e Luanda.
De acordo com a nota a que tivemos acesso, os participantes irão frequentar cursos de Electricidade Industrial em Energias Renováveis e Certificação Internacional de Soldadura, áreas consideradas estratégicas para a indústria energética.
O programa terá a duração de seis meses, em regime de internato, e permitirá aos formandos adquirir competências técnicas certificadas, aumentando as oportunidades de inserção no mercado de trabalho e contribuindo para a redução do défice de mão-de-obra qualificada no sector.
O acordo foi assinado por Luís da Silva e Alegria Raul Joaquim, tendo o acto sido testemunhado pela governadora provincial de Cabinda, Suzana de Abreu, pelo fundador e CEO da CABSHIP, João Filipe, e pelo presidente da Associação das Empresas Contratadas da Indústria Petrolífera de Angola (AECIPA), Bráulio de Brito, entre outros parceiros do sector.
Para João Filipe, a parceria com o INP garante formação certificada e padronizada, contribuindo para o fortalecimento do Conteúdo Local com qualidade e competitividade, com especial enfoque na juventude angolana.
O responsável sublinhou ainda que a iniciativa integra a política de responsabilidade social da empresa, numa altura em que a CABSHIP se prepara para celebrar 17 anos de actividade, já no mês de Abril.
Além de reforçar a qualificação profissional dos jovens, o programa representa também um contributo directo para o desenvolvimento sustentável do sector energético nacional, ao promover competências técnicas alinhadas com as novas exigências da indústria, sobretudo no domínio das energias renováveis.
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