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Manchester City gasta cerca de 458 milhões de libras numa profunda reconstrução pós-Guardiola

O Manchester City realizou uma das maiores reconstruções de plantel da história da Premier League depois do encerramento do ciclo de Pep Guardiola.

Manchester City gasta cerca de 458 milhões de libras numa profunda reconstrução pós-Guardiola

Foto: DR

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Redacção

3 set 2026
5 min de leitura
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O clube inglês gastou aproximadamente 458 milhões de libras no mercado de Verão de 2026, mais do que qualquer outro clube da Premier League, segundo números divulgados pela Reuters.

A transformação foi particularmente agressiva no meio-campo.

O City contratou Enzo Fernández por 125 milhões de libras, Elliot Anderson por 116 milhões de libras e Ayyoub Bouaddi por 86 milhões de libras. Apenas nestes três jogadores, o investimento ultrapassa 320 milhões de libras.

A estes nomes juntaram-se Iliman Ndiaye, adquirido ao Everton por 65 milhões de libras, Allan Elias, proveniente do Palmeiras, além de Jeremy Monga, Pierce Charles, Gerónimo Rulli e outros reforços.

A revolução não aconteceu apenas nas entradas.

Rodri deixou Manchester para reforçar o Barcelona numa operação de cerca de 65,4 milhões de libras, enquanto Savio, Tijjani Reijnders, Nico González, James Trafford, Nathan Aké e Manuel Akanji também abandonaram o plantel. Jack Grealish regressou ao Everton por empréstimo.

A Reuters estima que o City tenha recuperado aproximadamente 280 milhões de libras através das diferentes saídas, reduzindo parte do impacto financeiro da reconstrução.

A reformulação marca o início de uma nova era sob comando de Enzo Maresca, responsável por suceder a Guardiola e reconstruir uma equipa que terminou a última Premier League na segunda posição, atrás do Arsenal.

Mais do que simples reforços pontuais, o mercado revela uma alteração estrutural do Manchester City. Algumas das principais referências técnicas do ciclo anterior saíram e foram substituídas por jogadores mais jovens ou que deverão assumir imediatamente posições de liderança.

Depois de dominar longos períodos do futebol inglês sob Guardiola, o City apostou quase meio milhar de milhões de libras para tentar garantir que a mudança de treinador não signifique também o fim da sua presença entre as principais forças da Premier League.

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