“Queremos devolver um pouco a Angola daquilo que Angola nos dá”, afirma líder da JEMBAS
A empresa forneceu um gerador para o centro inaugurado recentemente no Cunene.
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Jornalista, fotógrafo e editor-chefe
A JEMBAS Assistência Técnica, Lda, empresa do sector energético, apoia projectos sociais com equipamentos e mantém um centro de formação profissional em Kapupa, no município de Quilengues, província da Huíla.
Esta iniciativa parte da intenção da empresa de devolver um pouco a Angola daquilo que o País dá à instituição, segundo a sua directora-executiva, Megan Brechet, afirmando que é com esta perspectiva que a JEMBAS enquadra parte da sua intervenção social, que inclui o apoio a projectos comunitários e a formação profissional de jovens em áreas como carpintaria, energia, construção civil e agricultura.
A declaração foi feita na semana finda, em Luanda, durante o encontro empresarial JEMBAS × REHLKO | Energy & Business Breakfast, que assinalou os 37 anos de actividade da empresa e da parceria com a fabricante internacional de soluções energéticas REHLKO.
O centro recebe anualmente 24 alunos por cada área de formação, cujo modelo funciona em regime de internato, permitindo que os jovens permaneçam no centro durante o período formativo.
Questionada sobre o número de beneficiários desde o início das actividades, a gestora referiu seis anos de funcionamento, mas não avançou um total de formandos que tenham concluído os cursos.
A formação profissional constitui uma das vertentes da responsabilidade social da empresa, cuja contribuição para o desenvolvimento do país, de acordo com a responsável, passa também pela criação de oportunidades de capacitação para os jovens.
Além da iniciativa própria, a JEMBAS participa em projectos de outras organizações. É membro fundador da Fundação Lwini, cujas iniciativas tem apoiado através do fornecimento de geradores, e integra igualmente a rede de parceiros da Fundação Ngana Zenza para o Desenvolvimento Comunitário.
Segundo a directora executiva, a JEMBAS forneceu um gerador para o centro inaugurado recentemente no Cunene.
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Nilwa António